domingo, 7 de agosto de 2011

     Gosto de romances...


   descobri isso à pouco tempo quando li “A última música” de Nicholas Sparks. Mas não pelo conto de fadas, o final feliz, nem pelo “príncipe encantado” que nós, garotas, pela nossa natureza achamos que existem. Percebi que gosto, porque tenho a sensação de que, muitas das palavras, cenas, sentimentos, já senti algum dia. Gosto por saber que posso me identificar com aquilo mesmo sem querer. Alguém pode pensar, “como essa garota é tão fútil à ponto de pensar que a vida dela é comparada a um romance, que só existe no mundo fictício dos escritores e de quem lê?!” Mas eu sei, que realmente, quem se importa e presta atenção em sua própria vida, vai com certeza, se deparar algum dia com uma cena, seja de filme, de livros ou de algum caso distante que você ficou sabendo que aconteceu. A garota do livro, percebe no fim, que a quem ela mais defendia, foi a que passou 3 anos a enganando. Descobre que sua mãe escondeu dela algo, que ela ficou sabendo só quando seu pai estava prestes a morrer, e ficou 3 anos inteiros sem falar com ele. Deixou de ser uma menina doce, para agir como uma “vândala” por farsas. Descobre no meio de tudo, que pode se apaixonar, que pode errar, que pode sentir compaixão. E no que isso me afetaria? Simples, já me senti errada, quando fiz algo com meus pais, e tive que pedir desculpa em um momento que achava que não os teria mais pra mim. Já amei, e fui amada. E aprendi com isso. Já errei, ajudei amigos que precisavam de mim. Tudo se passa nesse livro, ela aprendi a ter compaixão, aprende a amar, a respeitar, a me familiarizar, a sentir orgulho, raiva. Agora me diga se você nunca sentiu isso por ninguém?! Diga-me, se esses são sentimentos que você aprendeu ou ainda tem que aprender a lidar. São sim. É, devo estar certa então, mas já estive errada como a maioria. Ao tentar terminar este artigo, fiquei me perguntando como, sendo que para explicar tudo o que queria fui clichê o bastante. Resolvi não dar lição de moral, mas sim te fazer uma pergunta, que gostaria que você me respondesse da forma mais sincera possível: Você se vê passando por essa história?



à Letícia Oliveira, sempre se vê em histórias como essa, por mais que seja difícil aceitar.




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