domingo, 7 de agosto de 2011

Se for...

  Pra você me dar esperanças, prefiro que não volte pra mim,
to te esperando a tanto tempo que o meu peito até dói quando você
olha pra mim, to esperando o seu beijo a tanto tempo que quando olho pra trás
vejo as oportunidades que perdi.

Não te culpo pelas minhas escolhas, nem pelos meus erros absurdos,
Não te culpo por você não conseguir me amar como eu te amo, mas é assim
Esse é o jogo da vida, quando tem um amor, sempre tem despedida.

Sou do tipo de garota

 que gosta sim, de ler revistas “teen” e, no momento a minha favorita é capricho, mas isso não quer dizer que eu concorde com tudo. Muitas pessoas acham, (quando discordamos ou não gostamos de algo), que é inveja. Bom, se você ao ler tiver essa concepção, está incrivelmente enganado, e só prova que você não tem capacidade de enxergar como a mídia em si te transforma em bobo (a). Bom, quem acompanha a revista sabe que, a pouco tempo eles acompanham 4 jovens, denominados “família Sampaio”. Acho legal, a menina do grupo, a mariana é bem bonita e vi, acompanhando alguns vídeos que eles fazem em casa, que são adolescentes normais, que saem, namoram, curtem como qualquer outro, mas o erro não está aí, e esta sim nos jornalistas que colocam na cabeça das adolescentes que a Mariana, é uma “diva”. E então, por muito e muito tempo ela vai continuar sendo chamada assim. As garotas correm atrás dela e dos seus primos e irmão como se fossem nem sei o que, pra falar a verdade. É legal, ver que ela serve de inspiração, pra muitas garotas que antes não tinham saído do “casulo” mas agora, copiá-la totalmente, bom, aí eu já não sei se realmente é o certo (já pensaram em várias marianinhas Sampaio rodando por aí?! Iria ficar sem graça, sem graça, ela ia perder todo o brilho pessoal que tem). Creio que eles não se incomodem com a falta de privacidade. Senão o jogo já tinha virado. Outra coisa, que, na minha opinião é bem peculiar, é o período em que escolhem os “colírios capricho”. Não tenho nada contra, ate de gosto de assistir, os meninos são bonitos, parecem ser engraçados, mas enfim... O erro é das próprias garotas ostentarem esse meninos sem os realmente conhecer. Dizer que dá a vida por eles, tendo os conhecido a 1, 2 meses assistindo-os durante um reality show. É, realmente não da pra entender, se perdem nesse mundinho e esquecem dos garotos de verdade que tentam se aproximar delas, e que estão próximos, são amigos, as conhecem, as observam e, detalhe, sabem que elas existem.
Enfim, toda essa opinião já está formada na cabeça delas, e agora, pra mudar meu caro leitor, será muito, mas muito difícil mesmo.

àLetícia Oliveira não gosta de copiar as pessoas. E crê que todo mundo pode ter seu jeito “pessoal” sem retalhações.
     Gosto de romances...


   descobri isso à pouco tempo quando li “A última música” de Nicholas Sparks. Mas não pelo conto de fadas, o final feliz, nem pelo “príncipe encantado” que nós, garotas, pela nossa natureza achamos que existem. Percebi que gosto, porque tenho a sensação de que, muitas das palavras, cenas, sentimentos, já senti algum dia. Gosto por saber que posso me identificar com aquilo mesmo sem querer. Alguém pode pensar, “como essa garota é tão fútil à ponto de pensar que a vida dela é comparada a um romance, que só existe no mundo fictício dos escritores e de quem lê?!” Mas eu sei, que realmente, quem se importa e presta atenção em sua própria vida, vai com certeza, se deparar algum dia com uma cena, seja de filme, de livros ou de algum caso distante que você ficou sabendo que aconteceu. A garota do livro, percebe no fim, que a quem ela mais defendia, foi a que passou 3 anos a enganando. Descobre que sua mãe escondeu dela algo, que ela ficou sabendo só quando seu pai estava prestes a morrer, e ficou 3 anos inteiros sem falar com ele. Deixou de ser uma menina doce, para agir como uma “vândala” por farsas. Descobre no meio de tudo, que pode se apaixonar, que pode errar, que pode sentir compaixão. E no que isso me afetaria? Simples, já me senti errada, quando fiz algo com meus pais, e tive que pedir desculpa em um momento que achava que não os teria mais pra mim. Já amei, e fui amada. E aprendi com isso. Já errei, ajudei amigos que precisavam de mim. Tudo se passa nesse livro, ela aprendi a ter compaixão, aprende a amar, a respeitar, a me familiarizar, a sentir orgulho, raiva. Agora me diga se você nunca sentiu isso por ninguém?! Diga-me, se esses são sentimentos que você aprendeu ou ainda tem que aprender a lidar. São sim. É, devo estar certa então, mas já estive errada como a maioria. Ao tentar terminar este artigo, fiquei me perguntando como, sendo que para explicar tudo o que queria fui clichê o bastante. Resolvi não dar lição de moral, mas sim te fazer uma pergunta, que gostaria que você me respondesse da forma mais sincera possível: Você se vê passando por essa história?



à Letícia Oliveira, sempre se vê em histórias como essa, por mais que seja difícil aceitar.